FRANCIS DREYFUS

Francis Dreyfus, nasceu em 2 de março de 1940, em Raincy. Sua carreira como produtor musical começa em 1963, no momento da explosão mundial do yê, yê, yê, dos Beatles, quando fundou a “Société Parisienne de Promotion Artistique” e as “Éditions Labrador”, que ajudou a lançar artistas como Johnny Hallyday, Sylvie Vartan, Petula Clark entre outros.

No ano seguinte, estreou finalmente como produtor, produzindo a trilha sonora dos 500 episódios da animação “Le Manège Enchanté”.

No final dos anos 1960, conseguiu formar um cast de jovens talentos franceses: Alain Bashung, Gilbert Montagnier, Bernard Allison, Christophe, ou mesmo no estrangeiro, lançando na França artistas como David Bowie, Cat Stevens, Pink Floyd, Jimmy Cliff entre outros.

Com Christophe, Dreyfus ajudou a levantar a carreira artística do artista que já estava entrando em decadência com ajuda do jovem Jean Michel Jarre, que na época (1972) foi contratado como produtor de estúdio, letrista e arranjador. O resultado foram grandes sucessos musicais como “Les Paradis Perdus”, “Les Mots Bleus”, “Señorita” entre outros. Isto deu também a Dreyfus, nos anos 70, a oportunidade de criar seu próprio selo musical, a gravadora independente Disques Motors, que se tornaria depois a Disques Dreyfus. Ajudando novos artistas como Patrick Juvet, Francois Hardy e Gérard Lenorman, todos tendo Jarre como músico de apoio e produtor.

Por insistência de sua esposa, Hélène Dreyfus, Francis acabou investindo na carreira de Jarre, então um mero ajudante de estúdio, ajudando a produzir e a investir em algumas gravações como o álbum “Deserted Palace”, e a trilha sonora do filme “Les Granges Brûlées”, além de diversos singles e colaborações com vários artistas franceses.

Finalmente em 1976, veio a obra prima eletrônica, “Oxygène”, que ajudou Jarre a ser reconhecido mundialmente através de um contrato internacional a partir de 1977 com a Polygram. Com o álbum “Equinoxe” (1978), veio finalmente a consagração do artista. Dreyfus também começou a produzir os shows e concertos a partir de 1979, entre esses, a histórica turnê que levou Jarre a ser o primeiro artista ocidental a tocar na China comunista em 1981.

Dreyfus abriu escritórios em Nova Iorque para um novo selo de Jazz, a “Dreyfus Jazz”. Infelizmente, em 2002, Jarre abandonou sua antiga produtora e abriu sua própria empresa para gerenciar a carreira, a “Aero Productions”.

Francis Dreyfus faleceu no dia 24 de Junho de 2010, após uma longa batalha contra um câncer de pulmão.

FIONA COMMINS

Fiona Commins nasceu em 1966 na Irlanda. Ela é assistente pessoal e secretária de imprensa de Jean-Michel Jarre, além de responsável pela empresa “Aero Productions”, que gerencia a administração e os interesses do artista em todos os campos, como gravações, publicidade, web, produção fotográfica, merchandising, produção de concertos, etc.

Tudo começou em 1986, quando Michel Geiss foi o responsável pela edição do vídeo do concerto de Lyon. Geiss alugou uma sala de edição em Londres e Jean Michel deixou todas as fitas aos cuidados dele. Enquanto Geiss dava instruções ao editor, percebeu que precisava de um assistente para poder se concentrar na edição. Geiss sugeriu à Jarre, contratar Fiona Commins, que ele conheceu em Houston, já que ela acompanhou o marido, Loïc de Montaignac. Naquela época, Loïc trabalhou com Jean Poncet nas partituras musicais no palco e Fiona, sendo bilíngue, poderia ajudar Geiss na edição do vídeo. Mais tarde, Jean Michel conheceu Fiona e quando o vídeo ficou pronto, ele decidiu contratá-la como sua assistente pessoal.

Em 2000, quando Jarre planejava criar a “Cream Creative Management”, uma empresa de produção responsável pela organização do show em Okinawa, ele ofereceu o cargo de diretor para Fiona, que já havia demonstrado sua gestão, dedicação e fidelidade. Em 2002, após o rompimento com a Disques Dreyfus, a produtora também se tornou uma gravadora, e mudou de nome em 2003 para “Aero Productions”, gerenciada até hoje pela Fiona Commins e sua equipe.

Contato:
AERO PRODUCTIONS
contact@aero-productions.com

ALAIN BILOWUS

Alain Bilowus nasceu em 27 de novembro de 1951. Em 1991, criou a produtora CPM (Creations Production Management), com o objetivo de projetar e organizar eventos culturais, de dimensão internacional, utilizando tecnologias modernas. Seus principais clientes estão na França, Marrocos, África Ocidental e Península Arábica. A empresa foi renomeada para R2B Consulting em 2010, quando Alain Bilowus passou a direção para o seu filho Romain.

As atividades da empresa giram em torno dos seguintes eventos: cerimônias de abertura e/ou encerramento de eventos esportivos ou culturais, comemorações, cúpulas políticas internacionais, festivais e concertos culturais.

Bilowus também gerenciou artistas com uma dimensão world music, como por exemplo Stone Age, Philippe Lavil, Korastic Project et Gilles Jeffer.
O encontro com Jean-Michel Jarre ocorreu no final de 2003, quando Bilowus foi abordado pela Aero Productions para iluminar a Torre Eiffel de vermelho por ocasião do ano da França na China. Em outubro de 2004, Alain organizou o concerto de Jean-Michel Jarre em Pequim e, em seguida, a maioria das performances do compositor francês até o momento, incluindo o concerto em Realidade Virtual Alone Together em 2020, onde foi Produtor Executivo durante o evento no Palais Royal.

Alain Bilows faleceu em 19 de julho de 2020, vítima de um ataque cardíaco.