La Defense – 25 years

la defneseLA DEFENSE – 25th anniversary

SPECIAL GUEST

MICHEL GEISS – Le Tribe keyboards and musician from La Defense Concert – FRANCE

M.Geiss sent for us those exclusives pictures from the concert.

 On stage during the afternoon

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Hairdressing before the concert

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On stage during the concert

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Signing autographs to members of the choir after the concert

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Some facts about the concert in La Defense:

“Let me tell you a little story : Several sound systems had to be installed at distant spots to let the people installed far away from the stage to hear the music at a reasonable level. Consequently, a first thought, consisting of wiring such a distance was discarded. Another option, less expensive and easier to setup was decided : hiring a satellite channel during the event. The sound systems were fed by receivers, tuned on the satellite channel;”

 

“The distance to be covered with sound was more than 2 km.
Moreover, the satellite channel was used to broadcast the event on NRJ FM channel.”
“In addition, prior to the vent, I decided to create a Minitel channel, named 3615JARRE to give all details on how to get to the event, places to park, public transportations, etc… There were hundreds of thousands connexions on the service, which was advertised on electronic public displays in the streets of Paris.”

MERCI BEAUCOUP Monsieur Michel Geiss!!!

 

7 thoughts on “La Defense – 25 years

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    1 de janeiro de 2021 em 02:40
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    Estou escrevendo esse review em homenagem ao grande Jarre na noite da virada de 2020 para 2021, enquanto o mago acabou de encerrar o concerto Welcome to the other side. Minha longa jornada de admiração ao trabalho desse magnífico compositor vem desde os meados dos 80, quando ainda na infância ouvia os bolachões de Oxygene, Equinoxe, Les Chants Magnetiques, e Rendez-vous. Sua arte é magnífica, orgânica e magnética, instintiva, mesmo aos ouvidos de uma criança. Aí vieram os mega shows na TV aberta, Destination Docklands lançando o excelente álbum Revolutions e Paris La Defense lançando Waiting for Costeau. Nossa, ver o ídolo na telinha foi a glória pra esse então menino! Milhões de pessoas vibrando nesses espetáculos transformaram Jarre em super herói para mim. E até hoje, ele assim ainda é para mim. Cá estou quase 30 anos após La Defense, com barbas e cabelos despontando ao grisalho, e acabei de assistir ao meu ídolo, jovial, “ageless”, imortal. Arte nova com qualidade incrível, desde sempre, para sempre!
    Salve Jarre, salve 2021! Que venham esperanças de dias melhores, mas já agradeço pela arte do mago para nos inspirar.

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    4 de janeiro de 2020 em 21:46
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    Sou fã de Jarre desde 1987, quando em setembro daquele ano a TV Manchete exibiu um Conexão Internacional com Roberto D’Ávilla entrevistando e apresentando o artista. Foi amor à primeira vista pela música de Jarre e já em 1989 eu já tinha todos os álbuns disponíveis, apesar da dificuldade de viver em uma cidade de interior e pelo preço dos discos. Batia boca com amigos e colegas que diziam que os concertos do Pink Floyd eram melhores que os de Jarre. Meu sonho era que ele realizasse um concerto no Brasil. Meu sonho era aprender francês. Meu sonho era ser como ele. Mas… Eu cresci. Veio 1998. Eu havia acabado de comprar o CD Oxigene 7-13 e o ouvia sem parar. A Copa do Mundo seria na França; eu estava empolgadíssimo. A França se presta ao papel ridículo de comprar a final da Copa em cima do Brasil. Desgostei. Deixei Jarre de lado, fui parando de ouvir. Quando ouvia, uma mágoa muito forte me atingia. Com o tempo, com leituras, com estudos, fui vendo, percebendo e entendendo o quanto o povo francês é idiota, de esquerda, tendencioso a ideologias nefastas e deu ao mundo Ocidental a pior desgraça que poderia existir: aquilo a que se chama “revolução francesa”, cujo principal legado é a idolatria a bandidos, disfarçada de defesa da liberdade. Já li e vi entrevistas de Jarre. Já o ouvi dizer que participou das palhaçadas de maio de 68; já percebi que ele é de esquerda, o que o coloca no nível de boçais como Chico Buarque e que tais. Já não quero que ele venha ao Brasil. Não precisa. Já temos imbecis demais aqui. Se vier, vai ser para apresentar músicas em ritmo de samba, funk, baião, xaxado e gritar “Lulá livrê”. Jean Michel, “libertè, egalitè, solidarietè, vai se fuder”, você com sua França que está abrindo as portas (ou as pernas) da Europa para o islamismo. Talvez a britânica Charlotte Rampling esteja certa. Hoje, aos 45, eu aprendi a ouvir apenas o som da música de Jarre, e prestar atenção aos acordes, ao andamento, aos instrumentos, à melodia, sem vincular à pessoa. De vez em quando, apenas um lamento: que pena que é francês.

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    2 de maio de 2019 em 22:04
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    O problema são os produtores nacionais que não querem se arriscar com um artista já um pouco duvidoso e cachê alto. Não estamos mais nos anos 80…

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    2 de maio de 2019 em 00:03
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    Este cara tem algum problema com o Brasil? Por que nunca veio aqui? Até Chile e Argentina já o prestigiou. O que acontece?

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    28 de julho de 2015 em 10:10
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    Bom dia! Tenho 30 cds e 09 dvds (sendo um albúm) que comprei em Berlin !Jarre in china. Gostaria de saber, quantos cds e quantos dvds faltam para fecha a coleção? Obrigado.

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    19 de julho de 2015 em 22:07
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    So great to see the view from the ones behind it all,- I remember watching the cablings in the streets the days before and was amazed of the scale of it all. 🙂
    Perfect spot for an event like this.

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