La Defense – 25 years

la defneseLA DEFENSE – 25th anniversary

LA DEFENSE 25 – FAN CONTRIBUTION

EVANDRO LEE ANDERSON SPÍNOLA DE SOUZA – Sorocaba/SP – Brasil

evandro Lee

HOGNE B. PETTERSEN

“I’ve created Jean-Michel Jarre and the La Defense version of his laser harp for the 25th anniversary celebration (LEGO).”

houge

JOÃO SOLIMEO –  43 years old – São Paulo – Brasil

MARCIA BRITOSão Paulo – Brasil

Marcia Brito

GLENN FOLKVORD – 41 years old – Gjerdrum – Norwey

“The scary concert

 25 years ago, a friend invited me to travel around France for a couple of weeks. One of the sites we went to was Mont St Michel, which would be “Mont Jean Michel” three years later. After days of French castles, picturesque villages, fromage and baguettes, the highlight of the trip was the National Day concert in Paris, staged by Jean Michel Jarre. I had become a fan the year before, thanks to Norwegian TV broadcasting Destination Docklands along with an interview, and the time had come for my first Jean Michel Jarre concert.

 I had high expectations. They were all met. The concert was huge, everything was amazing, futuristic, cool, a technical and artistic direct feed into my brain. The details, the surprises, the scale, a widescreen panoramic surround cinema on fire. Jarre even conducted the weater, which was hot, electrical, buzzing, having the same warm yellow glow you see in movies from the desert. The dot to complete the i was that I had a VIP ticket. It was, however, impossible to get to the VIP area. The crowd was dense (and the day after we learned it was huge too) so I had to settle for a space a little further back. It was the best spot to view the concert from. If you want to see a whole Jarre concert, like the painting it is, see it from a bit back.

 There are many memories from this concert. The slow but exciting countdown. The reorchestrated Oxygene 4. The steeldrum players. I remember many details, but, the one emotion that I still feel deep inside, is when the laser snake at the intro of Magnetic Fields 2 eyeballs me and attacks. That’s not just a memory, it’s a solid feeling even today, 25 years later. I got almost scared then, and the same shivers go down my spine when I think of it now, or rewatch the concert on video. It was euphoric, an adrenaline rush beyond intellectual analyzis of what makes a great moment.

 Thank you, Jean Michel, for scaring me at your Paris La Defense concert.”

SYLVIE RÉGINA – France

sylvie

MARCOS PAULO CRUZ – 35 years old – Praia Grande – Brazil

marcos paulo

TOSTER ZIMMER – 51 years old – Laer, Germany

 “Hello,

 I really enjoy your facebook site dedicated to Jarre’s remarkable concert in 1990 concert, and I do have a few pictures to share as well.

The photos of the stage, on the street, the Waves-magazine and the buildings were taken by me and my brother. I hold the copyright.

 

We had a chance to visit the concert thanks to the KLEM, an electronic music fan club from the Netherlands which had organized a bus tour to Paris for the concert. After the concert, I wrote a few pages about the concert in Waves, a German fanzine for Electronic Music, which I co-edited at the time. I have added some photos of that fan magazine as well. During the concert, I could also pick up that special edition of Le Parisienne, which I have also scanned. One side had the article, the other had the poster of Jean-Michel and the Paris skyline. This newspaper was scanned by me, but I don’t know whether anyone else helds the copyright for this twenty year old concert special, so you must decide if you want to use it.

 

Even though it was hot and even though we had to wait for hours until the music began, it still remains the most remarkable concert I have ever visited, and I will never forget it as long as I live.

 

I’m looking forward to what your Facebook page will show and to see the other contributions.

 

Thanks for making the page to celebrate that day!”

Pictures:

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7 thoughts on “La Defense – 25 years

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    1 de janeiro de 2021 em 02:40
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    Estou escrevendo esse review em homenagem ao grande Jarre na noite da virada de 2020 para 2021, enquanto o mago acabou de encerrar o concerto Welcome to the other side. Minha longa jornada de admiração ao trabalho desse magnífico compositor vem desde os meados dos 80, quando ainda na infância ouvia os bolachões de Oxygene, Equinoxe, Les Chants Magnetiques, e Rendez-vous. Sua arte é magnífica, orgânica e magnética, instintiva, mesmo aos ouvidos de uma criança. Aí vieram os mega shows na TV aberta, Destination Docklands lançando o excelente álbum Revolutions e Paris La Defense lançando Waiting for Costeau. Nossa, ver o ídolo na telinha foi a glória pra esse então menino! Milhões de pessoas vibrando nesses espetáculos transformaram Jarre em super herói para mim. E até hoje, ele assim ainda é para mim. Cá estou quase 30 anos após La Defense, com barbas e cabelos despontando ao grisalho, e acabei de assistir ao meu ídolo, jovial, “ageless”, imortal. Arte nova com qualidade incrível, desde sempre, para sempre!
    Salve Jarre, salve 2021! Que venham esperanças de dias melhores, mas já agradeço pela arte do mago para nos inspirar.

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    4 de janeiro de 2020 em 21:46
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    Sou fã de Jarre desde 1987, quando em setembro daquele ano a TV Manchete exibiu um Conexão Internacional com Roberto D’Ávilla entrevistando e apresentando o artista. Foi amor à primeira vista pela música de Jarre e já em 1989 eu já tinha todos os álbuns disponíveis, apesar da dificuldade de viver em uma cidade de interior e pelo preço dos discos. Batia boca com amigos e colegas que diziam que os concertos do Pink Floyd eram melhores que os de Jarre. Meu sonho era que ele realizasse um concerto no Brasil. Meu sonho era aprender francês. Meu sonho era ser como ele. Mas… Eu cresci. Veio 1998. Eu havia acabado de comprar o CD Oxigene 7-13 e o ouvia sem parar. A Copa do Mundo seria na França; eu estava empolgadíssimo. A França se presta ao papel ridículo de comprar a final da Copa em cima do Brasil. Desgostei. Deixei Jarre de lado, fui parando de ouvir. Quando ouvia, uma mágoa muito forte me atingia. Com o tempo, com leituras, com estudos, fui vendo, percebendo e entendendo o quanto o povo francês é idiota, de esquerda, tendencioso a ideologias nefastas e deu ao mundo Ocidental a pior desgraça que poderia existir: aquilo a que se chama “revolução francesa”, cujo principal legado é a idolatria a bandidos, disfarçada de defesa da liberdade. Já li e vi entrevistas de Jarre. Já o ouvi dizer que participou das palhaçadas de maio de 68; já percebi que ele é de esquerda, o que o coloca no nível de boçais como Chico Buarque e que tais. Já não quero que ele venha ao Brasil. Não precisa. Já temos imbecis demais aqui. Se vier, vai ser para apresentar músicas em ritmo de samba, funk, baião, xaxado e gritar “Lulá livrê”. Jean Michel, “libertè, egalitè, solidarietè, vai se fuder”, você com sua França que está abrindo as portas (ou as pernas) da Europa para o islamismo. Talvez a britânica Charlotte Rampling esteja certa. Hoje, aos 45, eu aprendi a ouvir apenas o som da música de Jarre, e prestar atenção aos acordes, ao andamento, aos instrumentos, à melodia, sem vincular à pessoa. De vez em quando, apenas um lamento: que pena que é francês.

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    2 de maio de 2019 em 22:04
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    O problema são os produtores nacionais que não querem se arriscar com um artista já um pouco duvidoso e cachê alto. Não estamos mais nos anos 80…

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    2 de maio de 2019 em 00:03
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    Este cara tem algum problema com o Brasil? Por que nunca veio aqui? Até Chile e Argentina já o prestigiou. O que acontece?

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    28 de julho de 2015 em 10:10
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    Bom dia! Tenho 30 cds e 09 dvds (sendo um albúm) que comprei em Berlin !Jarre in china. Gostaria de saber, quantos cds e quantos dvds faltam para fecha a coleção? Obrigado.

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    19 de julho de 2015 em 22:07
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    So great to see the view from the ones behind it all,- I remember watching the cablings in the streets the days before and was amazed of the scale of it all. 🙂
    Perfect spot for an event like this.

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