La Defense – 25 years

la defneseLA DEFENSE – 25th anniversary

LA DEFENSE 25 – FAN CONTRIBUTION

LAURA DREYFUS – 35 years old – PARIS – FRANCE.

Laura is the youngest Francis Dreyfus daughter. When she remember about La Defense Concert, which her father was producer she made this beautiful poetry.

“The ear is the sun, hearing from the sea, the music, calling to us… can we hear the message that nature is trying to teach??…Calypso…under the water, in air and space, for all of us, beyond our world…one man tried to tell us all : “Waiting for Cousteau” – 25th anniversary of La Defense concert tribute season”

One of his best shows!!!!”


FRANCK BONNEAU – FRANCE , give us permition to put his video from LAND ART 2015 – EQUINOXE ART COVER in this project. Original cover by Michel Granger (France).

DENA BARMAS – 29 years old – Calgary, Canada (originally Persian),

 “Happy 25th anniversary of La Defense concert, dear Jean-Michel.

 I Was 5-6 years old when my dad brought the VHS tape home and since then my life’s more beautiful and colourful with your music. When I was a kid and couldn’t easily pronounce your name for a while I was asking my mom to play the man in pink jacket’s tape!

This is my costume from 2 years ago, inspired by your outfit at the La Defense concert

 DENA

Thank you Jean-Michel, and hope to see you soon in person”

RENATO MUNDT – 39 Years old – São Paulo – Brazil – Autor do livro: “O Homem que faz a luz dançar“. Responsável também pelas artes graficas oficiais deste tributo.

“The world is a dream ,

The dream of a man ,

Dreamed one pyramid ,

The Dream of a Night,

The Dream of a world.

 

Paris, 14.07.1990

 

Le monde c’est un rêve

Le rêve d’un homme

rêvé d’une pyramide

Le rêve d’une nuit

Le rêve d’un monde

 

Paris, 14.07.1990

 

O Mundo é um Sonho,

O sonho de um Homem,

Sonhou uma Pirâmide,

O Sonho de uma Noite,

O Sonho de um Mundo.

 

Paris, 14/07/1990

 

El mundo es un sueño,

El sueño de un hombre,

Soñado una pirámide,

El sueño de una noche,

El sueño de un mundo.

 

París, 14/07/1990″

ALI SELIM AYTUNA – Istambul – Turquia

 “If I had a time machine, the first thing to do would be watching this concert.

I was 10 at the time, unaware of this spectacle.

Hail Jean-Michel Jarre!”

DARREN PARRET – UK
This is my cover version of Jean-Michel Jarre’s “Oxygene Part 4” and is my 25th Anniversary tribute to his epic “Paris La Defense: A City In Concert”.
My arrangement is loosely based on his live performance.”

“Draw – it was a painting I did after visiting Paris in 2010 :)”

Darren Parret

“This is my attempt at a cover of Equinoxe Part 5, inspired by the Paris La Defense performance (which was sadly cut from the concert film).”

OLIVIER LEBRA – San Diego – USA – (born in France)

EDISON MICHEL FILLIPIN – 45  years old – Estado Rio Grande do Sul – Brazil

edison
Zoolookologie

Rendez Vous 4

7 thoughts on “La Defense – 25 years

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    1 de janeiro de 2021 em 02:40
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    Estou escrevendo esse review em homenagem ao grande Jarre na noite da virada de 2020 para 2021, enquanto o mago acabou de encerrar o concerto Welcome to the other side. Minha longa jornada de admiração ao trabalho desse magnífico compositor vem desde os meados dos 80, quando ainda na infância ouvia os bolachões de Oxygene, Equinoxe, Les Chants Magnetiques, e Rendez-vous. Sua arte é magnífica, orgânica e magnética, instintiva, mesmo aos ouvidos de uma criança. Aí vieram os mega shows na TV aberta, Destination Docklands lançando o excelente álbum Revolutions e Paris La Defense lançando Waiting for Costeau. Nossa, ver o ídolo na telinha foi a glória pra esse então menino! Milhões de pessoas vibrando nesses espetáculos transformaram Jarre em super herói para mim. E até hoje, ele assim ainda é para mim. Cá estou quase 30 anos após La Defense, com barbas e cabelos despontando ao grisalho, e acabei de assistir ao meu ídolo, jovial, “ageless”, imortal. Arte nova com qualidade incrível, desde sempre, para sempre!
    Salve Jarre, salve 2021! Que venham esperanças de dias melhores, mas já agradeço pela arte do mago para nos inspirar.

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    4 de janeiro de 2020 em 21:46
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    Sou fã de Jarre desde 1987, quando em setembro daquele ano a TV Manchete exibiu um Conexão Internacional com Roberto D’Ávilla entrevistando e apresentando o artista. Foi amor à primeira vista pela música de Jarre e já em 1989 eu já tinha todos os álbuns disponíveis, apesar da dificuldade de viver em uma cidade de interior e pelo preço dos discos. Batia boca com amigos e colegas que diziam que os concertos do Pink Floyd eram melhores que os de Jarre. Meu sonho era que ele realizasse um concerto no Brasil. Meu sonho era aprender francês. Meu sonho era ser como ele. Mas… Eu cresci. Veio 1998. Eu havia acabado de comprar o CD Oxigene 7-13 e o ouvia sem parar. A Copa do Mundo seria na França; eu estava empolgadíssimo. A França se presta ao papel ridículo de comprar a final da Copa em cima do Brasil. Desgostei. Deixei Jarre de lado, fui parando de ouvir. Quando ouvia, uma mágoa muito forte me atingia. Com o tempo, com leituras, com estudos, fui vendo, percebendo e entendendo o quanto o povo francês é idiota, de esquerda, tendencioso a ideologias nefastas e deu ao mundo Ocidental a pior desgraça que poderia existir: aquilo a que se chama “revolução francesa”, cujo principal legado é a idolatria a bandidos, disfarçada de defesa da liberdade. Já li e vi entrevistas de Jarre. Já o ouvi dizer que participou das palhaçadas de maio de 68; já percebi que ele é de esquerda, o que o coloca no nível de boçais como Chico Buarque e que tais. Já não quero que ele venha ao Brasil. Não precisa. Já temos imbecis demais aqui. Se vier, vai ser para apresentar músicas em ritmo de samba, funk, baião, xaxado e gritar “Lulá livrê”. Jean Michel, “libertè, egalitè, solidarietè, vai se fuder”, você com sua França que está abrindo as portas (ou as pernas) da Europa para o islamismo. Talvez a britânica Charlotte Rampling esteja certa. Hoje, aos 45, eu aprendi a ouvir apenas o som da música de Jarre, e prestar atenção aos acordes, ao andamento, aos instrumentos, à melodia, sem vincular à pessoa. De vez em quando, apenas um lamento: que pena que é francês.

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    2 de maio de 2019 em 22:04
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    O problema são os produtores nacionais que não querem se arriscar com um artista já um pouco duvidoso e cachê alto. Não estamos mais nos anos 80…

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    2 de maio de 2019 em 00:03
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    Este cara tem algum problema com o Brasil? Por que nunca veio aqui? Até Chile e Argentina já o prestigiou. O que acontece?

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    28 de julho de 2015 em 10:10
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    Bom dia! Tenho 30 cds e 09 dvds (sendo um albúm) que comprei em Berlin !Jarre in china. Gostaria de saber, quantos cds e quantos dvds faltam para fecha a coleção? Obrigado.

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    19 de julho de 2015 em 22:07
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    So great to see the view from the ones behind it all,- I remember watching the cablings in the streets the days before and was amazed of the scale of it all. 🙂
    Perfect spot for an event like this.

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