Bateristas

Roger 'Bunny' Rizzitelli

ROGER “BUNNY” RIZZITELLI

Depois de deixar a escola aos 14 anos, Roger “Bunny” Rizzitelli foi contratado em uma oficina mecânica, cujo chefe o ajudou a comprar sua primeira bateria. No início da década de 1970, Roger cruzou o caminho de Gilles Pellegrini, com quem viajou pelas estradas da França.

Foi baterista de Christophe, nos álbuns “Les Paradis Perdus” (1973), “Les Mots Bleus” (1974), “Samourai” (1976) e nos concertos no Olympia de 26 e 27 de novembro de 1974. Foi lá que ele conheceu Dominique Perrier, com quem se tornou amigo. Perrier e Rizzitelli se trancam no desértico estúdio Ferber, e se divertem fazendo música eletrônica com os instrumentos de Christophe. Em 15 dias, nasce o álbum “Space Art”. Dois outros álbuns se seguiram

Em 1981, Jean-Michel Jarre recrutou Rizzitelli e Perrier, para sua turnê pela China. Nos 5 shows, Rizzitelli toca bateria eletrônica Simmons, e apesar das quedas de energia, Bunny oferece à música de Jarre, um rítmico incomum, particularmente em “Equinoxe IV”.

Rizziteli se suicidou em 3 de maio de 2010.

JOE HAMMER

Joseph Hammer, nasceu em 1954, em San Antonio, no Texas (EUA). Morando na França desde 1975, ele trabalhou em estúdio e no palco com artistas como Jean-Jacques Goldman, Lio, Valérie Lagrange, Nicole Croisille, Hugues Aufray, Michel Sardou, Ronnie Bird, France Gall, Michel Berger, Louis Chédid, Richard Gotainer e Christophe.

Conheceu Michel Geiss na Fairlight France. Nos preparativos para o concerto de Houston, em 1986, Geiss sugeriu Hammer para ser baterista da Le Tribe, permanecendo nos concertos de Lyon, Docklands e na apresentação no Trocadeiro, nas comemorações do centenário na Torre Eiffel.

CHRISTOPHE DESCHAMPS

Christophe Deschamps nasceu em 5 de dezembro de 1956 em Rouen, na França. Começou a estudar bateria aos 8 anos de idade e fez sua primeira apresentação aos 12 anos, durante a formatura do ensino médio em Dieppe. Em seguida, entrou para o Conservatório de Rouen. Aos 17 anos, foi morar em Paris, quando um amigo guitarrista o levou a músicos de estúdio, onde começou a trabalhar para publicidade. Em 1990, Jean-Michel Jarre entrou em contato com Deschamps, cuja reputação não lhe escapou, para as gravações do álbum “Waiting for Cousteau”. Satisfeito com sua performance nas gravações, Jarre o convida para se juntar à Le Tribe no mega concerto de 14 de julho, no La Défense.

Sua última colaboração com Jarre, foi na turnê 2011, participando dos ensaios em Frankfurt, e do concerto em Hamburgo, na Alemanha.

LAURENT FAUCHEUX

Laurent Faucheux nasceu em 1966. Filho de em uma família de músicos, começou a praticar piano e bateria ainda muito jovem. Vindo do sudoeste da França, se mudou para Paris e começou sua carreira no palco com diversos músicos franceses, indo para o estúdio aos 18 anos. O que o atrai para a prática da bateria é a busca pela versatilidade de seu instrumento. Ele é um fã da marca Pearl, mas isso não significa que Faucheux não prove as alegrias da bateria eletrônica. Com Jean Michel Jarre, ele participou dos seguintes shows: Europe in Concert, Hong Kong, Concert for Tolerance, Oxygene Tour/1997, Oxygen in Moscow e, finalmente, Akropolis.

GARY WALLIS

Gary Wallis nasceu em junho de 1964 em Londres. Treinado em percussão na London Symphony School of Music, ele é mais conhecido por ter sido o percussionista (rodeado de percussão de todos os tipos e constantemente pulando) do Pink Floyd em turnês do final dos anos 1980 e início dos anos 1990, na era pós Roger Waters. Gary Wallis é apelidado de “Damage” pelos outros músicos, devido à quantidade de instrumentos que ele já quebrou durante suas apresentações.

Gary participou do concerto Twelve Dreams of the Sun nas pirâmides do Egito e encerrou sua colaboração com Jarre no showcase do “Man Ray” para o lançamento do álbum Métamorphoses.